sábado, 13 de dezembro de 2008

poesia !? para Q , no meio de, tanta trapalhice e filha da putice, dos amigos, dos partidos, da policia, dos governos, fartai violanagem, pois:- Cá a

que posso dizer !?
Fazer poesia, treta !
Fazer poesia, e ter " alma"!
é ser poeta.
Há-os aos milhões !
Poetas,
poetisas, até vilões,
Fazem poesia
e cagalhoes!!!
Nada me afaga
Nem os palavrões,
Todo o mundo caga
Até os Barões!
Limpam com os dedos,
papel ou Agua...
E ainda o prazer ,
De quem, caga.
Sem obstipações,
Sentir cair, os cagalhões.
Outrora, no campo
Não havia papel
Era o " CALHAU"
Bem redondo,
Que limpava o cú,
Ao pobre, ou ao Conde
E realmente, ate o Anibal
Limpava o cú
Por vezes , ca couve
lá do quintal,
Ou na horta,
não importava
fazer merda ,
Não havia, porta.
Hoje materia fecalis,
Impugnam as aguas
De nossas fontes,
Aguas minerais,
de fonte segura
com residios de plastico
qual supultura...
vou terminar, as mãos já tremem
Da pena empunhar, para ditar
as minhas ideias,
um simples parolo, meio iletrado,
MAS MUITO MAIS CULTO
Que Antonio Aleixo
Cujas sobrinhas, enamorei
Na catequese
Em Sto Antonio do Alto,
onde mais tarde,
me fizeram, uma filha,
puseram o engodo...
Cai, na armadilha
E é glorioso, o meu bebé,
Era menina
Tão graciosa
Esse, piqueno, botão de Rosa
Filha,minha
E de Rosalinda.
A pobre moçinha
Que foi , joguete,
Nas, mãos da mãe
E doutro su_geito...
Mas , mais não digo
Não vá o Senhor
Dar-me um castigo

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